quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Confissões de uma mesa de café #3

Café quentinho, café coado, café de vó, café na casa do vizinho... café para ser compartilhado e tomado sozinho. Uma mesa de café escuta muitas histórias, guarda muitos segredos e faz parte de diversos momentos importantes em nossas vidas.

Uma mesa dessas mesas de café (parecia mais uma mesa de bar) me disse que adora quando os amigos se encontram. Parece que a felicidade transborda mais do que numa xícara de latte. São os assuntos colocados em dia, a saudade que se torna diminuta e as confissões que se tornam rotina diante de uma bebida cafeinada. Os lamentos, arrependimentos, sonhos e planos são observados e testemunhados pelas mesas de bistrôs, restaurantes, bares e cafés. Imagina o tanto de história que essas mesinhas têm pra contar?

Na nossa vida corrida, a gente nem se dá conta que essas mesas fazem parte do nosso passado, presente e com certeza do nosso futuro. Um cafezinho que foi perfeito para encontrar com o crush. Apesar de não ter dado em namoro, a mesa de café deu um empurrãozinho. Aquele cappuccino para esperar a amiga que se atrasou no trânsito e só queria conversar com você. Ou um frappuccino que minimizou uma onda de calor que parece que veio do deserto do Sahara. São tantos os cafés, as situações e as memórias que essas mesinhas se tornam pilares essenciais da nossa história.

Que o café seja sempre o bom e velho, novo e interessante, simples ou gourmet café de sempre!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Confissões de uma mesa de café #2

Se essas xícaras de café pudessem falar...

Tantas histórias, infinitos babados, diversos acordos e estranhamentos elas guardam. Cada cliente é único, assim como cada momento que eles passam aqui. Um cafezinho pode estragar ou fazer o dia de alguém. Derramou o café na mesa? Eita ferro, lascou! Seu amigo pagou a conta? Uma fofura da parte dele, não é? Seu café tá frio? Uhm, pede para trazerem outro. Não dormiu nada? Pede um Hario V60 que você acorda rapidinho.

Um casal por volta dos 30 anos chega. Escolhem a mesa perto da janela. Podem ver as pessoas passeando, as crianças brincando e as árvores balançando com o vento. Porém, eles estão nem aí. Estão mais interessados um no outro. Namorados? Encontro do Tinder? Peguete? Booty call? Colegas de trabalho? Amigos de infância? Não consegui decifrar ao certo.

Os dois pedem a mesma coisa para beber - cappuccino com sorvete de ovomaltine. Bem diferente, né? Parece que eles têm muito assunto para colocar em dia. Ela é paulista, mas mora há 5 anos em Brasília. Ele, aparentemente, veio de outro lugar também, acho que é do Goiás. Recentemente separada, ela tem uma nova vida. Ela faz todo um panorama sobre como ela era apaixonada por esse cara, ficaram 7 anos juntos, ela era bem novinha, e ele destruiu com a sua alma. Humilhação faz a gente perder a confiança em qualquer pessoa, né? Mas o mais incrível é que ela transforma toda essa história em força e perseverança. Eu me arrepiava ao ouvir cada coisa mais louca que a outra. E com o tempo ela foi mostrando como o amor e a sua fé moldaram a pessoa que ela é hoje. Aprendeu bastante e viu coisas maravilhosas e fenomenais acontecendo em sua vida.

O cara fez várias perguntas e quase não se abriu. Às vezes, esse era o momento dela. O momento de ela ser ouvida e acariciada. Ele pagou o cappuccino dos dois e acho que esse é o início de uma fase surpreendente na vida dela. Espero ouvir outras histórias por acaso. 

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Confissões de uma mesa de café #1


Cafés e bistrôs são ambientes que permitem que amigos se encontrem, entrevistas sejam feitas, estudantes façam suas leituras, tradutores trabalhem e publicitários sejam criativos. São lugares que as pessoas podem se soltar e conversar sem se preocupar muito com a forma que se portam.

Uma das coisas que me fascina é que os perfis e esteriótipos dos frequentadores de café nunca deixa de me surpreender. Quando a gente acha que já viu, e ouviu de tudo, é aí que a gente descobre que há um mundo de indivíduos singulares, esquisitos e sem noção.

Estou aqui fazendo minhas atividades, conversando com os amigos nas redes sociais, revisando e traduzindo...e não consigo me concentrar por causa de duas pessoas - uma interessante, a outra chata - que estão sentadas à minha esquerda.

A entrevista começou com a senhora fazendo perguntas ao rapaz. Ela perguntou-lhe que matérias ele estava cursando na UnB e que línguas ele já dominava. Esse rapaz de uns 20 anos parecia que queria impressioná-la, mas toda vez que ele tentava, ela retrucava. Sem êxito a entrevista com perguntas diretas perdurava.

A senhora loira, tipicamente dondoca e elitizada, não quis sentar na parte estofada assim que chegou. Disse que fazia ela se sentir mal. Pode até ser verdade, mas a maneira como ela falava parecia que não queria se sentar perto de mim. Bem, acredito que o banco é bem mais confortável do que a cadeira que ela escolheu. O rapaz que está com ela tem uns dreadlocks muito da hora, mas ele parece ser meio atrapalhado, talvez tenha puxado muito beck, não sei, talvez fosse o nervosismo da entrevista, primeiro emprego, será?

Com seu jeito autoritário e rude, ela manda e desmanda nesse rapaz, mal o deixa terminar suas frases e finge prestar atenção no que ele diz. Ele come sua tartelete de morango, e comenta sobre produção de geleias artesanais enquanto ela responde mensagens no whatsapp e olha seu facebook. Tudo que ele fala está errado, no ponto de vista dele. Como se não bastasse ser ignorante, ela trata o garçom, que é super solicito e simpático, como se tudo que desse errado nesse chá da tarde com o filho dela.

Sim, ele é filho dela. Não, não é entrevista para uma vaga de emprego na empresa da família. É um encontro para mostrar para a família que eles estão tentando se reconectar. Parece que ela o convenceu com a frase "seu pai vai ficar muito feliz" sobre a noite de Natal. Pediu a conta, passou o cartão e a máquina não funcionou. - Bem feito. - ele disse mentalmente. O garçom bonzinho traz outra máquina, e ao som de alguma música do Maroon 5, ele pergunta se ela quer a via dela. E assim vão embora, ela mandando e desmandando nesse marmanjo mais perdido do que cachorro em dia de mudança. E a vida segue. Vou pedir mais um cafézinho.

sábado, 27 de julho de 2013

Pois é, meu russo

Tô lendo mais sobre a vida de Tolstoy. Que ser humano incrível.

Após a sua conversão ao cristianismo, Liev Tolstoy repartiu suas terras com seus servos e camponeses locais (reforma agrária) e virou vegetariano.

"This movement [vegetarianim] should cause special joy to those whose life lies in the effort to bring about the kingdom of God on earth, not because vegetarianism is in itself an important step towards that kingdom (all true steps are both important and unimportant), but because it is a sign that the aspiration of mankind towards moral perfection is serious and sincere, for it has taken the one unalterable order of succession natural to it, beginning with the first step." Liev Tolstoy - The First Step

Pois é, quero conhecer mais a fundo quem esse cara foi e as ideias que ele teve, assim como seus princípios e forma de vida. 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Pois é, meu Penúltimo Semestre...



A graduação está chegando ao final e eu mal posso acreditar. Daqui há um ano estarei com meu diploma em mão. Não serei mais uma aluna de tradução e sim uma tradutora formada. É meio esquisito pensar que não estarei na universidade. Até porque nesses 5 anos ela foi minha casa. Ainda não sei se sentirei falta, se chorarei horrores e abandonarei a vida acadêmica... há muito o que se pensar ainda. Aliás, eu não deveria estar pensando nisso agora. Depois de terminar este semestre só terei mais um. Porém, não sei se a correria da graduação e projeto final me deixarão pensar nisso. É só esperar...

Esse semestre está sendo um tanto quanto estranho. Cheio de fantasmas para me assombrar. Nem tanto, é exagero meu mesmo. Só preciso me organizar melhor e colocar o estudo em dia. Organização. Esta é uma palavra que só conheço à força. Uma palavra que não é muito amiga minha e que olho com desconfiança. Mas parece-me ser necessário deixá-la entrar em minha vida. Talvez nem tanto em minha vida... só nos meus estudos. O volume de coisas que tenho para ler aumentou muito. Tipo, MUITO. Não tenho feito muitas traduções, só no estágio mesmo, mas para a uni? Quase nada. Voltei a estudar chinês. Sim, eu estudo chinês. E pode ser difícil se você não tiver uma rotina de estudos, é preciso treinar os ideogramas, senão a gente acaba esquecendo.

Pois é, meu Penúltimo Semestre... você chegou com tudo. Me tirou da zona de conforto e mexeu com a minha agenda. Quase não tenho tempo pra nada. Mentira. Ainda tenho os sábados livres. E isso me faz muito mais feliz. Depois de 4 anos trabalhando aos sábados ter esse dia lindo de descanso é um presente de Deus. Eu só te peço que não me arrase tanto. Preciso dormir, descansar e me divertir um pouco... preciso recarregar as energias. Ok? Daí o Último Semestre não vai ficar impossível, nem com ciúmes. ;) 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011




Ser professor nao eh uma tarefa fácil hj em dia. Muitos alunos desafiam os professores, nao fazem as tarefas, faltam mtas aulas... E mts pais nao são tão presentes como deveriam ser na vida de seus filhos.

Mas eu tenho aprendido muito sendo professora. Paciência, tranqüilidade, amor, controle, bondade são algumas virtudes e sentimentos que desabrocham em meio a correria que eh a vida de professora de inglês.

Tenho uma turma muito fofa de pre-adolescentes. Participam das atividades, fazem os deveres de casa e mt sao educados. Ah, tb tem mt energia! Energia e entusiasmo pra dar e vender! :) fizemos mtas atividades hands-on hoje e foi muito divertido. Agora soh os chamo pelos nomes equivalentes em inglês (= João, John).

Para praticar os números fizemos um hot potato. Coloquei musicas que estavam quase que perdidas na minha lista de músicas. Bandas como Belle e Sebastian, Razorlight, Black Kids, Blur, ABBA e outras estavam numa pasta quase que abandonada. Quando o jogo começou e eu consegui conectar o áudio direitinho, eles alucinaram. Dançavam, tentavam cantar e passavam a hot potato pro próximo colega. Fiquei mt feliz em ver que eles tb tem o mesmo gosto musical que eu. Acho que Maroon 5 e Relient K vão ficar um pouco de lado por enquanto.

Pois eh, minha lista de música, vc me trouxe mtas boas lembranças e experiências com os meus pimpolhos. Espero continuar a aprender mais e mais com eles. A ter energia pra aprender uma lingua, conhecer novas pessoas e dancar de acordo com a musica que estiver tocando. A ser crianca quando td em volta me diz que tenho que ser adulta. E viver a vida com bom humor e disposicao para o que der e vier. Pq a vida eh assim mesmo, neh? Um verdadeiro aprendizado. :)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Assumindo responsabilidades


Pois é, estou virando gente grande. Assim, mais ou menos. Acho que nunca vou ser uma adulta por completo. Sempre vou ter meu lado criança e imaturo, mas pretendo saber equilibrar a vida de grown-up com a de teen. Gosto da independência que venho conquistando, e ao mesmo tempo, ainda sou muito dependente. Mas acho que todo mundo é mais ou menos assim, né? :)

Assumi mais uma responsabilidade. Não, não casei. E não, não comprei um apê ou um carro e muuuuuuuito menos arranjei um baby. =P Agora faço parte da diretoria da mocidade da IPN. E, nossa, agora mais do que nunca senti que tenho que ser um exemplo. A velha Gabi não pode afetar a nova Gabi. Santidade não é só um quesito perante Deus, meus familiares e irmãos, mas sim para todos. Tipo, T-O-D-O-S. A cobrança aumentou, mais a graça e o amor que tenho pela Obra de Deus parecem não ter fim. Chega de pensar em qualquer coisa que seja contrária a vontade de Deus. Orgulho e ansiedade são trabalhados todos os dias. Minha devocional não somente vai me afetar, mas sim aos que estão ao meu redor. Ser uma pessoa melhor não é só um objetivo, e sim um estilo de vida. Praticar a paciência, arrepender-me constantemente dos meus pecados (conscientes ou inconscientes). Ser uma cristã melhor, uma amiga melhor, uma filha melhor é só o começo dessa nova etapa de responsabilidades. Vai chegar o dia que essas responsabilidades vão aumentar ainda mais. Vou ter que chegar a Deus e dizer com mais frequência: "Pai, me dá uma mãozinha?"

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Pois é, minha espera




"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu." Eclesiastes 3:1

Acho difícil entender essa passagem. Na verdade, achava que já tinha entendido por completo e aceitado o que esse versículo bíblico fala. Tentamos colocar nome e medidas nas coisas que não tem como ser limitadas. O tempo vai muito além do plano terreno, mundano, físico. O tempo é mutável e não tem dono. É como o vento. Pelo menos é assim que eu sinto às vezes. Hoje ele é uma brisa. Não posso tocar, não posso mudar, mas posso sentir e aproveitar o que me oferece.

Tempo determinado. Hum. Ajudou muito. Bem, acredito que Salomão, autor dessas reflexões, pesou as coisas que observou durante a sua vida. Eu ainda não observei tudo o que podia. Espero algum dia refletir de maneira sucinta e simples o que o tempo e a vida são para mim. Muitas coisas são fixas, outras nem tanto. E os limites impostos e estabelecidos no tempo são fora da minha realidade. Compreender o tempo? Quem? Eu? Não, não. Ainda não posso fazê-lo.

A vida é curiosa. Interessante no mínimo. Coisas estranhas, inesperadas, boas e especiais acontecem na vida da gente. Coisas que a gente não entende e às vezes nem quer entender. Programamos os nossos passos, afazeres, planos e sonhos. Fico me perguntando se algum dia as coisas aconteceram como planejei. Elas podem até sair bem parecidas, mas nunca são como se planejou. Podem ser melhores, piores ou indiferentes que nem notamos que não planejamos ou previmos alguns detalhes. Ah, detalhes.

Espera, espera e mais espera. Duas coisas difíceis para mim: esperar e ter paciência. Paciência até se adquire. Pode-se praticá-la. Pode-se também praticar a esperança, mas parece que ela está sempre distante e inalcançável. Não podemos ver nem sentir o que esperamos. É até possível imaginar e sentir emoções antes de que a esperança se torne concreta, tangível. De todas as situações fundadas na esperança, ansiedade, paciência e demais virtudes vi que nada se compara quando as coisas se realizam no tempo determinado. Há um propósito para tudo. Nem sempre vamos entender e decifrar qual é esse propósito e porque ele acontece. Mas acontece.

Pois é, minha espera... meu coração não se contenta em ter uma resposta para o aqui e agora. Ele quer uma resposta firme e palpável para um final feliz. Seja essa espera boba ou secundária, ainda assim me apego a ela. Não sei bem porque, mas parece que nada vai dar certo enquanto aquela resposta que tanto se espera não vier na hora certa, na hora que se quer. Já vi que a minha resposta não virá quando quero. Parece que no final de outubro minha ansiedade diminuirá. Veremos. Veremos.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Pois é, meus textos






Dizem que os prazeres da vida estão num bom vinho, na sedução, em comer chocolate no meio da tarde, gastar dinheiro sem preocupação, escutar uma boa música e ler aquele livro. Hum. Interessante. Só que para mim os prazeres da vida vão muito mais além.

Os detalhes, aqueles momentos singelos, simples da nossa vida muitas vezes passam despercebidos e sem valor. Tenho encontrado prazer em comer nutella, passear sem gastar dinheiro, ouvir bandas que nunca ouvi, tocar uma música nova no piano, aprender palavras novas, conhecer pessoas, saber falar outras línguas, conhecer a Deus e assim vai. E a melhor parte de tudo isso é: escrever.

Relatar o que eu sinto, o que eu quero, o que eu penso-em-não-pensar me faz sentir bem. É um prazer momentâneo e addictive. Somente redigir, conversar sobre essas coisas parece não ser o suficiente. Fico dormindo acordada pensando em como escrever e em como seria o processo de escrever cada um dos textos. Que músicas eu escutaria, que livros eu leria, com quem eu conversaria até que um simples texto estivesse pronto. Inúmeras hipóteses surgem na minha cabeça. Situações, diálogos e estórias que só poderiam sair de um lugar - de mim mesma.

Pois é, meus textos... tem hora que parece que vocês só vivem aqui dentro. É como se vocês estivessem sendo gerados dentro de mim. Meus lindos e pequenos babies. Gosto de pensar nos nomes que eu daria a cada um e fico imaginando quando que vocês estarão prontos para ir para o mundo. Bem, espero que alguns de vocês já estejam prontos daqui a nove meses. Em outros momentos parecem que vocês já estão adultos e tem vida própria. Espero que vocês nunca me deixem. Vocês fazem parte de quem eu sou, do que eu passei... da minha essência. Reaprender a escrever tem sido uma experiência única. Um encontro comigo mesma. Um aprendizado contínuo e sem fim. Vale a pena. Muito a pena. ;)

domingo, 15 de agosto de 2010

Pois é, minhas músicas

Acho que nunca tive grandes preconceitos quando o assunto era música. Em algumas fases da minha vida gostava mais de pop, ou de rock, mpb e bossa nova também. Esses estilos revelavam meu estado de humor, minha personalidade e o que eu tinha vontade de fazer.

Depois de muito tempo sem parar para escolher alguma música específica vi que gosto de variados estilos. Sou fã de indie rock. Nunca achei que diria isso, mas me identifiquei de uma maneira tão grande com esse british pop que vai além da música que a maioria das bandas que eu ouço são indie.

Quem vê minhas pastas de música vai ficar um pouquinho de cara com o número de músicas pop para o público adolescente. Estou tentando ficar a par do que eles gostam. Descobri que as meninas amam Justin Bieber (vulgo Biba) e Jonas Brothers e os meninos deteeestam. Todas essas bandinhas lançadas pela Disney fazem o maior sucesso com o público teen feminino e não com o masculino. Os guris, entretanto, estão mais voltados para as bandas emo e rockizinho tanto americanas quanto brasileiras. Bandas como NX Zero (EmoX Zero que eles falam), Restart, Cine, Strike, Simple Plan são super pops entre eles. Tenho algumas do Simple Plan já, mas ainda não me aventurei a escutar essas outras bandas.

Pois é, minhas músicas são bem diferentes e tento escutar a bandas novas, como MCA (Móveis Coloniais de Acaju) e Watson, ambas bandas brasilienses. O vocal é bem marcante e as letras refletem a juventude de Brasília. É bom ver bandas brasileiras novas e boas fazendo diferença no cenário musical. Bandas cults, com conteúdo e não estão em busca só da fama, mas sim de tocarem suas músicas e se divertirem.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Pois é, minhas traduções

Encontro-me às 23h24 do dia 8 de agosto procurando um texto para traduzir. Creio que a minha situação é um tanto quanto complicada, pois deveria estar traduzindo um texto para o qual não haja tradução. Praticamente todos os livros que eu li já tem tradução. E os que eu gostaria de traduzir... bem, foram traduzidos de outras línguas para o inglês.

Após muita relutância, escolhi um livro que já existe em português. Compararei as traduções. Descobri que a comparação pode ser tão divertida quanto a tradução em si. É tão difícil, entretanto, tentar não ser influenciado pelo texto traduzido. Decidi que... olharei o texto traduzido depois que fizer a minha versão. :) Estou contente com as possíveis escolhas e diferenças que o meu texto venha a ter. Acho que ser tradução é um ofício que demanda riscos, desafios e inconstâncias.

Pois é, meu texto. Prepare-se para ser elaborado e digitado.

sábado, 24 de julho de 2010

Pois é, my English



Eu sempre gostei de estudar línguas. Inglês, hebraico, espanhol, italiano, chinês... Se eu tivesse tempo e dinheiro só estudaria línguas e cultura. Pronto! Meu sonho de vida. :) Maaaas, a vida não é feita só disso, não é mesmo?

Eu comecei a estudar inglês na escola. No ensino fundamental eu aprendi um moooonte de coisas. Quando eu realmente comecei a estudar foi num cursinho de inglês que tinha lá no colégio. Depois, fui para uma escola maior quando eu tinha meus 10 aninhos e foi aí que tudo começou. Tive rough times learning English. As aulas tinham começado fazia duas semanas. E eu era a única que não falava inglês na sala. Fiz muito dever errado porque eu não entendia. Depois de um tempo eu entrei no ritmo. Com o passar do tempo eu comecei a ter muita facilidade para aprender inglês.

A decisão de seguir uma carreira baseada no inglês se deu no último ano de colégio. Eu comecei a dar aula quando já estava na faculdade. Tenho aprendido muito mais sobre mim, sobre as pessoas e meu inglês melhorou muito já. Sempre há algo para se aprender. Sei explicar expressões, partes de orações que eu nem tinha ideia de como se formavam antes. Estou terminando um curso de dois anos em 2010 que é direcionado para o desenvolvimento de professores. Acho que nunca aprendi tanto em tão pouco tempo.

Pois é, my English... nessa última semana aconteceram dois grandes eventos na área de ensino de inglês como língua estrangeira. O BrazTesol aconteceu em São Paulo e o CTJTEFL aconteceu em Brasília. Palestrantes de diversos lugares propondo temas relevantes para a sala de aula. Percebi que tenho que está atenta e pronta para inovações dentro da sala de aula. Em uma das sessões que eu fui aprendi mais sobre YL - Young Learners. Esse wiki é muito legal para quem trabalha com crianças: www.tellingstoriesinclass.pbworks.com .

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Pois é, meus trabalhos

Acho que nunca imaginei que eu faria muitas coisas na faculdade. Trabalhar, sair com os amigos, estudar, participar de palestras, seminários... bem, nos últimos dias a minha vida acadêmica está bem desorganizada. Quem já ouviu falar de greve antes? É, essa palavrinha de cinco letrinhas faz uma graaaande diferença na vida dos universitários. Não importa qual semestre que o aluno esteja. Seja calouro, junior ou formando... todo mundo sofre. Sofre com a falta de professores, material, técnicos. É uma bagunça só. O calendário fica desorganizado, a biblioteca não funciona e nem o RU sequer abre! Não tive férias agora no meio do ano. Bem, foi mais flexível esse período. Só... que... eu tenho muitos trabalhos para entregar! Ainda tenho duas apresentações para fazer, muiiiitos trabalhos para digitar e ainda várias traduções que eu nem comecei! Preciso me organizar! Urgentemente! Se não... gdbye vida pessoal, social e qualquer -al.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Pois é ... amigos com benefícios

Pois é. Saí com um amigo meu umas duas semanas atrás. Fofinho, inteligente, legal, gentil. Uma ótima escolha pr'uma sexta-feira à tarde/noite. Frozen yogurt, Sherlock Holmes, benefícios, sorvetinho e carona de volta pra casa ouvindo The Beatles.

Amizade colorida, com benefícios, encontros, pegação, romance, ou seja lá o que for quando se sai com algum amigo para curtir a vida pode ser uma coisa super legal. Deve se pesar os prós e os contras. Dependendo do amigo até que vale arriscar algo mais.

Depois disso, decidi ficar só na amizade. Sem benefícios. Minha vida e meu foco não me permitem ter nenhum tipo de relacionamento. Prefiro ficar sozinha. Mesmo. Não quero algo sem compromisso. Acho que esse é meu problema. E também tenho me achado muito seletiva. Volta e meia me pego pensando em alguém ideal. Perfeição não existe, né? Só nos livros. Eu quero um Mr Darcy, um Edward Cullen, um Fernando Seixas na minha vida. Alguém que mexa com todas as minhas estruturas e me faça sentir... eu mesma no fim do dia. =) Benefícios? No final das contas serão muito mais do que benefícios físicos, sentimentais. É, e é isso que eu quero.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Pois eh, meu sono

Eu acho que nunca senti tanto sono na minha vida como eu estou sentindo agora. Mentira. Quando eu voltei gripada da China a única coisa que eu fazia era dormir. Enfim, acho que eu nunca senti tanto sono não estando doente. Colocar esse sono em dia não tem sido fácil. E me disciplinar para isso muito menos. Meu corpo ainda quer férias, minha mente nem tanto. O fato de estar livre de cafeína nesses últimos 30 dias tem sido determinante para a minha disposição e acho que tem afetado um pouco do meu humor. Estou meio devagar, lesa e bastante quieta. Que coisa esquisita, hein?! Eu, quieta?? Devagar... bem, eu sou sempre meio devagar. Acho que umas coca-colas com umas tigelas de açaí vão mudar isso. :)

domingo, 18 de outubro de 2009

Changing rooms

Last week I had some friends at my house to have a bite with me. Our talks were mainly in Portuguese, but once in a while we would say things in Chinese. The four of us studied Chinese for at least two terms and we love it! Our Laoshi came too and it was great, for she is the best and we're crazy about her. It was a great night. The boys played different songs on the piano and Camila sang some. I just stood there watching and clapping. It was awesome.

Camila is a good friend of mine and we love to spend some time together, but it's been quite hard for the last two months to meet and chat. On Friday we got the chance to talk about some of our experiences in China. Singing in the kareoke, saying wrong things in Mandarin and the experience our Brazilian had with her Vietnamese roomate.

Jessica was the other Brazilian girl that went to China with us. Camila and I shared the same room and Jessica had to share it with someone else. Jessica speaks fluently English and Spanish and is still learning Chinese. The girl spoke very little English and Jessica spoke very little Chinese. They could communicate using both languages but only in simple things. The Vietnamese girl had some of her friends over and they would call to other rooms and say things that were not true. When you get a hoax from one of your friends is one thing. Specially because you know them. The language is not a barrier and friends can be friends no matter what. Getting a hoax from your roomate's friends in a language you are not still comfortable in speaking is mean.

Jessica went to bed quite early on our first night in Beijing. Everybody was tired and needed some sleep. In the middle of the night Jessica answered the phone. It was a hoax. They were saying she needed to change rooms. She freaked out. She didn't know how to answer back and she got desperate. She called to the reception again and they spoke poor English. She could understand that they said that no one had called to her room and that everything was fine. Well, all I know that then they came to her room, they didn't speak English, she didn't spoke enough Chinese, her roomate woke up and then they noticed it was a hoax. I still laugh when I remember this. =)

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Tian Zi Shan 2



When we were still waiting for our friends and our guide, we were able to rest and take pictures with Chinese kids. They were so many!

I think I didn't quite understand that our ticket back was not paid and that if we wanted to go back by cable cars we had to pay for the fare. We all came back walking. On our way up, in the cable cars, it didn't take us more than 10 minutes to reach the top. Going down was a whole other story.

It was wonderful to travel with my best friend. We had some disagreements on the way, but we got to solve them right away. We had great times in different situations and places. Some other that were not as pleasant. Camila knew that I was a little bit tired and she would often talk in a harsh voice to me b/c she thought I wasn't enjoying the trip. She was often sure about it. I almost didn't enjoy the beautiful view in the Great Wall because of a headache. I would be pissed off with myself if I had allowed that to happen. Camila, Jessica and I and our Irish friends decided to go walking. I guess we didn't expect to be such a long way. We had to focus not to fall on the way down. Too many ppl going down at the same time and some going up. Also, there were some pretty steep parts of the mountain. I was sure if I fell down at any time, no one would ever find me dead or alive. The view was magnificent, but we didn't enjoy as much as we should. We were so worried about going back on time that we did our best to be together with everyone in the same pace.

I recorded a little bit of what I had seen that day. The mountains are simply spectacular. It is possible to see the top of the mountains kinda blurry because the smog doesn't allow us to see clearly.

When we thought we were getting to the bottom...haha... we weren't! It was just a place for people to stop, rest, breath, eat and drink something. Camila, Jessica, Lily, Emmett and I had a bottle of water...but it was not cold... far from being cold, actually. Lily is such a sweet girl. She has this maternal way of treating people. She is always concerned a
bout people's health and well-being. I wasn't feeling okay at some point. Lily said it was because we were all losing too much water and that we hadn't eaten for hours. True. My legs were shakey but they had theirs too. After drinking some water and using our Chinese shangzi - fan - as much as possible, we took some pictures and headed back to the hiking path. On our way out we saw some typical Chinese food from the mountains. I still don't really know what was it. Maybe a kind of bird or chick. I don't know why they would eat that... but yeah. We were all like: "Yewww!"

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Tian Zi Shan

In one of the days we spent in Zhangjiajie - five hours from Changsha - we went to this place called "Tian Zi Shan" 天 子 山 which means the Mountain of the Emperor. Beautiful view. The mountains contrasted with the big Chineselike building in front of us. Each bus had to stick together. So we had a whole line just for 四号车 - bus number four. One of our guides was handing in a card. She said to each one of us: "Be Calful! To days!" We were like: "Whaaat? Be careful with what? Are we gonna die in two days?" Lol.

Anyway, after that we got in and we had to get into another bus. All buses were completely full and everybody had to go in it together. It took us around 10 minutes to get into it. When we were going in, another bus, out of no where, starts parking right beside our bus. Jessica and I were almost smashed by the crazy driver if it wasn't for Josh, the cute Auzzie. We got into the bus and the view was AMAZING! And I'm glad we didn't go to the next line by foot b/c it was far far away from where we were before. Also, there were many curves along the way. We couldn't stop paying attention to the driver b/c we all thought we were about to crash at any moment. Chinese people drive in a nonsense way. For real! And during my time there I saw ONE car accident. Unbelievable.

When we finally got to the queue we were supposed to, we had to wait for 30-40 minutes. On the line next to ours there was a KTV - Kareoke. Someone was actually singing right beside us. Chinese way of having fun in the line. Haha. Some Chinese people started talking to Eduardo, my Mexican friend, also known as "el amante latino" and "presidente". They were
amazed to see how different he was and the fact that he spoke very good Mandarin dazzled them. They asked him to sing Chinese songs and some Mexican too. The men got their cameras and recorded his singing. The women called their friends and put him on the phone. People are AMAZED when they see "waiguoren" (foreigners).

The top seemed to be almost touching the clouds. We got to the top and that meant we had to go in by cable cars. I really wanted to go with Camila and Jessica,
my two Brazilian friends, but they separated us. So I had to go with Leo. I was a little bit afraid at first. Haha. Leo is the kind of guy that LOVES women. Hehe. But sometimes he says things that are not very polite. Plus, haha, the button of his pants was always open. He said it was more comfortable that way. And I'm the kind of girl that gets shocked by anything ppl say. I guess I'm getting better at not being so surprised now. Lol. Leo was really nice. We spent some time talking and observing the view. At some point we couldn't see anything. The smog was so thick that nothing was visible. Our ride only lasted 10 minutes or so. I'm sure we would be able to see a breathtaking view if it wasn't because of the smog. That was disappoint, but I got to take some nice pictures while we were going up.

In order to meet our group, we went to this big square. Most of us sat on the stairs. We spent some time talking. Chinese ppl as usual were in awe when they saw us. They talk about us, they point at us... and they think we don't understand or see them doing these things. Lol. One little girl came to Marco and asked him if she could take a picture with us. Of course she could. =) She was so sweet and she was happy to see us. Then some other kids wanted to take pictures with us too. One by one. After a while we just said: "Lai, lai, lai!" (Come, come, come)
.

domingo, 23 de agosto de 2009

tea house?

In one of our nights in Changsha we decided to go to a typical Chinese tea house. One of our friends told us that there was one on our hotel. Sixth flour to be exact. It was pretty late. I believe it was past midnight. Steven, Camila, Jessica, Lily, Sam and I went there. Everybody ordered olong tea but Sam. He had Tsintao, a common Chinese beer.

All the Chinese people that worked in this place were watching soap opera or playing some games. After a while we were chatting and drinking. It was good to relax from a day full of activities. We noticed that the Chinese ppl that were playing majong and chinese checkers were gambling. Some in a private room. And that is illegal in mainland China. Actually, the only place it is allowed to gamble is in Macao.


All men were smoking, as usual. 99% of men smoke in China. And they smoke everywhere! The smoke gave to the scenario a feeling of mystery and crime. So, I was like: " Guys, doesn't it look like those movies that we are in a place that the Chinese mob uses to lauder money? Then, the police is gonna come in and shout 'Waiguoren! Tamen shi waiguoren!' And I'll only be able to say: 'Wo bu zhi dao!!! I don't speak Mandarin!'" Everybody agreed with me. We couldn't stop laughing. My friends were like: "Don't worry about it. It just looks like it, but it is a true Chinese tea house." We paid for our drinks and went to our bedrooms. We were going to have a busy day. At some point of our trip someone talked to the friend that recommended the place. Leo said: " No man, there's no tea house on 6th floor! That is a clandestine gambling place!!!"

Yeap, I was right!

domingo, 16 de agosto de 2009

love at first sight?


Before I even knew I would have the chance of going to China this year, I pictured my China in a lovely way. It was a sort of romantized China to say the least.

I guess that in my mind and heart I wanted to fall in love with China, its culture and its people. I remember desiring to breathe in Beijing and feel something I had never felt in my whole life. I did fall in love with China, its culture and specially the Chinese people, but it wasn't love at first sight. Maybe it was love at first sight until I had my first meal. Haha. No, not really. While I was daydreaming during my flight, I could almost see my happy face about everything I would do in China. I really thought it was going to be a perfect dream.

The fact that food and some Chinese manners were a problem for me at first didn't make me give up on Chinese or China. It was just a matter of time and patience and I could cope with that. Experiencing a real, tangible, palpable China in 10 days was more than I could ask. I wasn't frustrated for not having the dreamlike country I was looking forward to.

China is a country full of surprises and unthinkable things. I didn't get the chance to see them all, but I'll enjoy discovering them.